
O Exercício Conjunto-Combinado Felino 2026 iniciou a fase de planejamento das operações militares que estão sendo executadas durante o treinamento, entre os dias 10 e 21 de agosto, em Foz do Iguaçu.
Coordenado pelo Ministério da Defesa, o exercício reúne cerca de 700 militares da Marinha do Brasil, do Exército Brasileiro e da Força Aérea Brasileira, além de representantes das Forças Armadas de Angola, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal e Timor-Leste.
A atividade tem como objetivo aprimorar a interoperabilidade e a capacidade de atuação conjunta-combinada entre as Forças Armadas dos países participantes.
Nesta etapa, militares das diferentes nações e Forças trabalham de forma integrada no planejamento das ações que serão desenvolvidas durante a fase de execução do exercício.
Para isso, são emitidos problemas militares simulados e definidas as respostas operacionais necessárias diante das situações apresentadas, por meio de estudos do Estado-Maior.
O Exercício tem como referência um cenário fictício, criado pela Organização das Nações Unidas para execução dos exercícios, no país denominado Carana, marcado por instabilidades econômicas, políticas e sociais.
A partir desse contexto, são elaboradas respostas para diferentes contextos, como desobstrução de vias, logística para distribuição de ajuda humanitária, defesa de campos de refugiados, detecção e neutralização de artefatos explosivos, descontaminação de ambientes, evacuação aeromédica e ações de defesa contra drones.
As atividades planejadas serão posteriormente executadas em áreas controladas, envolvendo operações nos ambientes terrestre, aéreo e aquático e exigindo coordenação entre as diferentes Forças e contingentes nacionais.
Exercício Felino Realizado desde 2000, o Exercício Felino ocorre com alternância entre os países-sede e tem como foco o aprimoramento da interoperabilidade e da capacidade de atuação conjunta-combinada entre as Forças Armadas da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).
Além do Brasil, integram a CPLP Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.
