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Santa Catarina mantém a melhor distribuição de renda do país

Santa Catarina apresenta a melhor distribuição de renda dos trabalhadores ocupados no país, pelo segundo ano consecutivo, conforme o índice de Gini...

Nelio Sander
Por: Nelio Sander Fonte: Secom SC
13/05/2026 às 14h20
Santa Catarina mantém a melhor distribuição de renda do país
Foto: Reprodução/Secom SC

Santa Catarina apresenta a melhor distribuição de renda dos trabalhadores ocupados no país, pelo segundo ano consecutivo, conforme o índice de Gini de 2025. Em contrapartida, a pior distribuição foi registrada no Distrito Federal, seguido pelo Rio de Janeiro. Os dados foram divulgados pelo IBGE na última sexta-feira (9/05) e compõem a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) 2025.

Enquanto a desigualdade do rendimento médio domiciliar per capita reduziu em Santa Catarina – com o Índice de Gini passando de 0,430 em 2024 para 0,425 em 2025 –, a desigualdade aumentou no Brasil, de 0,504 para 0,511 no mesmo período. A Região Sul concentrou três das sete menores taxas de desigualdade de renda do país, com destaque para Santa Catarina (0,425). Rio Grande do Sul (0,468) e Paraná (0,470) ficaram em sexta e sétima posição no ranking, respectivamente.

Em termos regionais, as piores classificações foram do Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste brasileiro, respectivamente. “Santa Catarina mostra, mais uma vez, que é possível crescer economicamente sem ampliar as desigualdades. Enquanto o Brasil registrou aumento no Índice de Gini, nosso estado reduziu esse indicador e manteve a menor desigualdade de renda do país. Esse resultado reflete uma economia dinâmica, que gera empregos e valoriza o trabalhador”, destaca o secretário de Estado do Planejamento, Arão Josino.

O Índice de Gini é um dos principais indicadores utilizados internacionalmente para medir a concentração de renda e o nível de desigualdade de uma população, em uma escala que vai de 0 (zero) a 1 (um). Na prática, um índice zero representaria uma situação de total igualdade, enquanto o índice 1 indicaria desigualdade máxima.

Micheline Krause – Especialista em comunicação Fapesc/Seplan

Informações adicionais:
comunicacao@seplan.sc.gov.br

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